Desde 2023, com a criação do programa OneVision, a ATP distribui um bônus anual para os jogadores com base nos pontos que eles conquistaram nos torneios Masters 1000 e no ATP Finals. No total esse ‘bonus pool’ foi de US$ 21 milhões este ano.
Mas tem um porém. Cada vez que os tenistas deixam de jogar um torneio obrigatório, a ATP desconta 25% do montante a que eles têm direito.
Para Carlos Alcaraz, o número 1 do mundo, isso significou uma perda de US$ 2,4 milhões este ano, o equivalente a quase R$ 13 milhões no câmbio de hoje. Alcaraz teria direito a US$ 4,8 milhões em bônus, mas como ele deixou de jogar dois Masters (o do Canadá e de Xangai), ele teve 50% desse valor reduzido.
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O espanhol também não jogou o Masters de Madrid, mas como ele esteve na cidade participando de eventos e outros compromissos do torneio, a ATP não considerou essa ausência na conta.
Já Jannik Sinner — o número 2 do mundo e o segundo tenista que mais acumulou pontos em Masters depois de Alcaraz — teve uma situação ainda mais dramática.
Como faltou em quatro torneios Masters do ano (Indian Wells, Miami, Madrid e Canadá), ele teve 100% de seu bônus descontado e não vai receber nada este ano da bonificação da ATP. Ele teria direito a mais de US$ 2 milhões.











