O diretor do Rio Open, Luiz Carvalho, falou sobre a possibilidade de mudar o torneio do saibro para o piso duro — um movimento que ajudaria a atrair mais tenistas do top do ranking e daria mais força ao torneio.
As declarações vem depois de notícias de que o presidente da ATP, Andrea Gaudenzi, estaria vindo ao Rio para discutir uma mudança de data da gira sul-americana, provavelmente para outubro ou novembro.
“Existe, sim, o desejo de migrar para a quadra rápida, principalmente pelo impacto esportivo e pela maior atratividade para atletas de alto nível,” disse Luiz, segundo o UOL.
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“Esse é um tema que vem sendo pleiteado e discutido junto à ATP, à medida que o Rio Open amadurece e se consolida no calendário. No entanto, não há, hoje, nada definido nesse sentido.”
Segundo ele, essa decisão depende de fatores externos, como eventuais mudanças no calendário e diretrizes da própria ATP, que ainda não se concretizaram.
“Seguimos trabalhando para que, no futuro, esse cenário seja possível, sempre alinhado à estratégia e à viabilidade do Rio Open,” disse ele.
Para Luiz, a mudança de piso traria benefícios para o torneio, já que nos três primeiros meses do ano, o piso duro predomina no circuito ATP, iniciando na Austrália e terminando no Miami Open.
“Passar a fazer parte desse ‘swing’ de quadras duras como preparatório para Indian Wells e Miami nos dará a oportunidade de atrair jogadores que hoje em dia não consideram o Rio Open pela mudança de piso. Uma vez que tenhamos mais opções de jogadores dispostos a jogar no Rio, certamente teremos a chance de atrair mais estrelas do circuito,” disse ele.
Ele disse que trabalha nesse projeto há anos e que hoje não existe um cronograma ou previsão para essa mudança, porque ela está condicionada a fatores externos que ainda não se concretizaram.
Ele disse ainda que a mudança não significaria necessariamente mudar o local do evento, saindo do Jockey Club, já que existem soluções técnicas e estruturas que permitem a instalação de pisos temporários.











