Iga Swiatek falou hoje sobre o que busca em seu próximo treinador, depois da polonesa ter rompido seu contrato com Wim Fissette após o Miami Open. A número 4 do mundo deixou claro que não vai se contentar com pouco — e que para ocupar o posto o candidato terá que preencher diversas caixinhas.
“O treinador ideal deve ter habilidades excelentes, um grande instinto para o jogo e intuição para entender as necessidades de cada jogador, além de muitas outras coisas,” começou a polonesa.
“No lado pessoal, precisa ser compreensivo e ter facilidade de comunicação, que consiga ser um bom líder de equipe. Deve coordenar o trabalho de todos e garantir que o conjunto funcione.”
A lista de exigência continua: “Além disso, tem que ser uma pessoa com quem eu goste de passar tempo, porque os torneios são longos e há muito tempo juntos. A chave está em encontrar o equilíbrio certo.”
A separação de Fissette veio logo após o Miami Open e surpreendeu parte do circuito. O belga havia assumido o comando técnico de Swiatek no ano passado, mas a parceria não rendeu os frutos esperados em 2026 — já que a polonesa não conquistou nenhum título na temporada até agora e viu Coco Gauff ultrapassá-la no ranking, empurrando-a para fora do top 3 pela primeira vez em anos.
A busca por um novo treinador acontece em um momento delicado do calendário: a temporada de saibro, que é o piso favorito de Swiatek e onde conquistou quatro dos seus cinco títulos de Grand Slam.










