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US Open

Zverev mira segundo Slam no US Open: “Quando você ganha um, quer mais”

Por Redação Brasil Tênis

Depois de erguer seu primeiro Grand Slam em Roland Garros e disputar sua primeira final de Wimbledon, Alexander Zverev desembarcou no US Open com a ambição (e a confiança) em alta. Pela primeira vez, o alemão será o cabeça 1 em um Major e já crava o objetivo: brigar pelo troféu em Nova York.

Ele admite que o título em Paris mudou o peso da carreira, mas não a fome de conquistas. “Claro que é uma satisfação enorme. Mas, quando você ganha um, quer mais. Quer manter o nível e entrar em quadra para jogar o seu melhor sempre”, disse.

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Zverev também fez um balanço do período pós temporada de grama. Sem o rendimento esperado nos Masters 1000 do Canadá e de Cincinnati, ele vê sinais claros de evolução nos treinos e aposta numa retomada. “Depois de Roland Garros e Wimbledon, não consegui manter o nível. Agora sinto que o meu jogo está voltando, melhorando a cada dia. Espero mostrar isso aqui”, afirmou.

Estreando contra o italiano Lorenzo Sonego, rival que nunca o venceu, o número 1 da chave tenta blindar o ambiente. “Ser o principal cabeça é legal e mostra que você vem jogando bem, mas o que vale é quem vai estar na última linha do torneio daqui a duas semanas”, minimizou. No histórico entre eles, o alemão soma seis vitórias.

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O US Open também traz lembranças fortes. Em 2020, Zverev perdeu a final para Dominic Thiem após abrir dois sets e sacar para o título no quinto. A ferida, admite, ainda não cicatrizou. “Eu ainda sinto que deveria ter vencido aquela final. Isso não muda”, comentou.

Nas avaliações sobre o torneio, o alemão dedicou bons minutos a Carlos Alcaraz, que retorna ao circuito depois de mais de quatro meses fora por conta de uma lesão no punho direito. Zverev sabe que o início pode cobrar pedágio, mas coloca o espanhol no grupo dos favoritos.

Ao comparar com o próprio histórico de contusão — a grave lesão no tornozelo sofrida em Roland Garros quatro anos atrás —, Zverev lembrou que cada caso tem seu tempo. “No meu caso foram sete ligamentos e fraturas, precisei de cirurgia e levei um ano para voltar. O dele é diferente. Provavelmente está até mais forte fisicamente agora, porque deve ter trabalhado muito nesse período”, analisou.

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SOBRE O AUTOR

Redação Brasil Tênis

A Redação Brasil Tênis é responsável pela produção e edição do conteúdo publicado no site, com foco na cobertura diária do circuito profissional de tênis, análise de resultados, bastidores e contextualização do esporte para o público brasileiro.

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