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US Open

Sabalenka supera marcas de Djokovic, Hingis e Graf com final no US Open

Por Redação Brasil Tênis

Aryna Sabalenka confirmou, na última madrugada, sua quarta presença em finais do US Open e adicionou um feito raro à coleção: tornou-se a primeira tenista da Era Aberta, entre homens e mulheres, a alcançar oito finais consecutivas de Grand Slam disputados em quadra dura.

O recorte a coloca sozinha no topo de uma estatística que mede consistência nos maiores palcos da superfície.

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A relevância do número está no nível de exigência. Estar em todas as decisões dos Majors de piso rápido ao longo de tantos torneios seguidos significa atravessar temporadas inteiras sem oscilar nos momentos-chave.

Ao superar o limite que já havia barrado nomes como Novak Djokovic, Martina Hingis e Steffi Graf — todos com série máxima de sete —, a líder do ranking sustenta uma sequência que fala mais de domínio mental e constância competitiva do que de uma boa semana isolada.

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A vaga na final em Nova York também sustenta outro indicador de peso na carreira da bielorrussa. Sabalenka passou a somar cinco decisões de Grand Slam atuando como número 1 do mundo.

Dentro desse recorte, ela agora figura entre as cinco jogadoras com mais finais nessa condição, atrás apenas de Martina Hingis e Monica Seles (nove cada), Serena Williams (14) e Steffi Graf (20).

Os dois marcos ajudam a explicar por que sua trajetória recente tem sido marcada por alto grau de previsibilidade competitiva: quando a disputa é em quadra dura, Sabalenka quase sempre está na disputa pelo título.

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SOBRE O AUTOR

Redação Brasil Tênis

A Redação Brasil Tênis é responsável pela produção e edição do conteúdo publicado no site, com foco na cobertura diária do circuito profissional de tênis, análise de resultados, bastidores e contextualização do esporte para o público brasileiro.

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