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Tenistas

Medvedev sobre cinco sets nos Slams: “Prefiro três, mas mudar tira valor da história”

Por Redação Brasil Tênis •

Daniil Medvedev entrou no debate sobre o formato dos Grand Slams. Após avançar às oitavas de final do ATP de Pequim ao vencer Pablo Carreño, o russo afirmou que reduzir as partidas dos Majors tiraria parte da essência desses torneios, embora ele próprio prefira jogos em melhor de três sets.

Em boa fase na gira asiática — com o título em Hangzhou e embalo na capital chinesa —, Medvedev foi direto ao comentar a possível mudança nos Slams. Para ele, a tradição pesa, mas o circuito exige adaptação constante.

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“Acho que, sem dúvida, isso tira valor da história dos Grand Slams. Mas, desde jovem, sempre disse: ‘Olha, prefiro jogar em três sets’. Então, se me perguntarem, eu escolheria três,” disse Medvedev.

“Também estou bem em jogar em cinco; eu me adapto ao que for decidido. Se algum dia mudarem para três sets até as quartas, ou mesmo para todo o torneio, tudo bem. E, se mantiverem os cinco, tudo bem também. Era divertido quando os Masters 1000 eram em cinco sets, mas não acho que devamos voltar a esse formato. Eu só sou um jogador. Eu jogo. Vou sempre tentar dar o meu melhor, independentemente de quantos sets sejam.”

O número 1 da Rússia vive um momento de regularidade após uma temporada de altos e baixos. Ele disse que, mais do que fazer contas, a vaga no ATP Finals se constrói chegando longe nos grandes eventos.

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“Chegar às finais é, sem dúvida, importante. No fim, tudo se resume a jogar bem. Se você perde nas primeiras rodadas algumas vezes, talvez alguém te alcance. Se você chega às finais dos grandes torneios, garante a vaga em Turim. Então, a chave é jogar bem,” disse ele.

Medvedev também comentou o trabalho com Andrey Golubev, integrante de sua equipe técnica. O russo valorizou o período de pré-temporada e contou que a parceria enfrentou um início turbulento, mas que agora caminha em sintonia.

“Sobre o Andrey, as coisas vão muito bem. O melhor trabalho se faz na pré-temporada; é a etapa mais importante, quando você realmente sente a maior conexão tanto com o treinador quanto consigo mesmo,” afirmou.

“Ainda assim, passamos por uma fase difícil no começo da relação. Perdi alguns jogos nos Estados Unidos e não me sentia bem. Sinto que estamos no caminho certo. Por enquanto, estou gostando muito. Vamos decidir no fim do ano se ele continua em 2027, e acho que há muitas chances, sim. Mas, como não posso garantir 100%, não vou dizer que é 100% certo.”

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SOBRE O AUTOR

Redação Brasil Tênis

A Redação Brasil Tênis é responsável pela produção e edição do conteúdo publicado no site, com foco na cobertura diária do circuito profissional de tênis, análise de resultados, bastidores e contextualização do esporte para o público brasileiro.

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