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US Open

Ranking WTA sofre mudanças e número 1 será decidido no US Open

Por Redação Brasil Tênis

O novo ranking da WTA, publicado nesta segunda após o WTA 1000 de Cincinnati, redesenhou o top 10 e colocou ainda mais lenha na disputa pela liderança que será definida no US Open.

Mesmo lidando com uma lesão que a deixa em dúvida para Nova York, Elena Rybakina assume o nº 1 do mundo se alcançar a semifinal. Aryna Sabalenka segue no topo, agora com 434 pontos de vantagem, mas chega ao Grand Slam pressionada pela defesa do título.

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As contas para a troca de liderança favorecem a cazaque porque ela defende apenas os pontos das oitavas de final no US Open, enquanto Sabalenka precisa manter os 2000 do troféu do ano passado. Jessica Pegula e Coco Gauff, impulsionadas pelo vice e pelo título em Cincinnati, respectively, aparecem em 3º e 4º e entram na briga com chances mais remotas.

Pelos cenários projetados para Nova York, a matemática é direta: Rybakina vira nº 1 com semifinal, independentemente do que fizerem as rivais. Sabalenka, Gauff e Pegula só alcançam o topo com o título e se Rybakina cair até as quartas. Mesmo que não atue no US Open por conta da lesão, Rybakina pode terminar na liderança caso nenhuma das três conquiste o título.

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O novo ranking também trouxe mudanças importantes na parte de cima da tabela. Iga Swiatek, campeã na última edição do torneio que antecedeu a lista e semifinalista neste ano, perdeu três posições e agora é a 8ª, com 4.809 pontos. A jovem Mirra Andreeva voltou ao 5º lugar, enquanto a campeã de Wimbledon, Linda Noskova, aparece logo atrás, em 6º, seguida por Karolina Muchova, 7ª colocada.

Essas posições definem as cabeças de chave em Nova York e influenciam diretamente o caminho das favoritas. Com Sabalenka e Rybakina nas pontas da chave e Pegula e Gauff como 3 e 4, os cruzamentos de quartas já prometem duelos pesados. A queda de Swiatek para o 8º posto, por exemplo, aumenta a chance de encarar uma das quatro primeiras já nessa fase, encurtando a margem para erro.

Nos números que abrem o US Open, a diferença de defesas explica o favoritismo de Rybakina na corrida: ela chega com apenas 240 pontos a proteger, contra 2000 de Sabalenka. Pegula defende uma semifinal e Gauff, as oitavas, o que ajuda a manter o trio norte-americano no encalço da liderança — mas todas dependem de desempenho máximo combinado a um tropeço da cazaque.

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SOBRE O AUTOR

Redação Brasil Tênis

A Redação Brasil Tênis é responsável pela produção e edição do conteúdo publicado no site, com foco na cobertura diária do circuito profissional de tênis, análise de resultados, bastidores e contextualização do esporte para o público brasileiro.

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