A ATP pagou mais de US$ 25 milhões para seus dirigentes no ano passado, com o maior salário indo para o chairman da entidade, o italiano Andrea Gaudenzi.
O levantamento foi feito pelo jornalista Daniel Kaplan em seu perfil no Substack, com base em dados da Receita.
Segundo ele, Gaudenzi recebeu no ano passado US$ 1,7 milhão no total em salário e bônus. Isso é equivalente a US$ 141 mil por mês, cerca de R$ 740 mil ao câmbio de hoje.
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Outros executivos da ATP que receberam remunerações altas no ano passado foram o diretor jurídico Mark Young (US$ 990 mil) e o CEO da entidade, Massimo Calvelli (US$ 840 mil).
O levantamento de Kaplan mostra ainda que a WTA paga ligeiramente a mais para seus executivos do que a ATP apesar de ter uma receita consideravelmente menor.
Em 2024, a WTA pagou um total de US$ 26,9 milhões em comparação aos US$ 25 milhões da ATP. Ao mesmo tempo, a WTA faturou US$ 142 milhões — metade dos US$ 293 milhões que a ATP teve de receita.
Em termos de lucro, a ATP teve um lucro de US$ 52 milhões, enquanto a WTA deu um prejuízo de US$ 4,9 milhões.











