Depois de desistir do ATP 250 de Adelaide por conta de uma lesão nas costas, João Fonseca publicou um vídeo em suas redes sociais explicando com mais detalhes o problema que vem enfrentando e deixando em aberto sua participação no Australian Open, o primeiro Grand Slam do ano.
No vídeo, Fonseca diz que nasceu com um problema crônico nas costas e que as vezes ele sente mais dor do que em outros momentos. Recentemente, a dor voltou a incomodar.
“Já sofri uma fratura por estresse há cinco anos, mas estou consciente de que isso é algo que sempre estará presente no meu dia a dia, no meu corpo, então preciso aprender a lidar com isso. Estou fazendo todo o possível para me recuperar; agora fizemos uma ressonância magnética e vimos que não é nada grave, embora possa piorar. A única coisa que queremos é estar 100% antes de voltar a jogar,” disse o brasileiro.
CONTINUE LENDO
Faltando apenas uma semana para o Australian Open, Fonseca deixou em aberto sua participação no Grand Slam e a realidade nua e crua é que talvez realmente não valha a pena arriscar. Afinal, o brasileiro está sofrendo com um problema crônico, aparentemente complicado, que pode acabar piorando se ele submeter seu corpo ao estresse de um torneio longo com partidas de 5 sets.
É verdade que a desistência do Australian Open traria consequências no ranking, já que o brasileiro defende a segunda rodada do torneio, além das qualificatórias (e já perdeu pontos por não jogar as primeiras semanas do ano). Mas uma piora causada por um esforço excessivo poderia acabar comprometendo toda a temporada do brasileiro, que está só começando.
Nesse caso, talvez valha a pena sacrificar o curto prazo pensando no longo.
“Nestes últimos dias, durante os treinos, senti que estava melhorando um pouquinho a cada dia, mas é difícil dizer se estou 100% ou não. Estamos fazendo tudo o possível para nos recuperarmos completamente e jogar o Australian Open, que é o nosso principal objetivo, embora essa decisão ainda não tenha sido tomada,” disse o brasileiro.
“Queremos jogar, acreditamos que será possível, então vamos nos concentrar ao máximo na recuperação.”











