Berrettini defende a gira sul-americana: “Colocam o coração em tudo o que fazem”

Num momento em que a gira sul-americana vem perdendo a relevância para os tenistas do topo do ranking e pode sofrer um baque ainda maior com a criação do Masters 1000 da Arábia Saudita no mesmo mês, Matteo Berrettini saiu em defesa dos torneios sul-americanos (que acontecem em Buenos Aires, Rio de Janeiro e Santiago).

O italiano, número 56 do mundo e que já foi top 6 em seu auge, competiu esta semana no ATP 250 de Buenos Aires, onde foi eliminado na segunda rodada. 

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Na semana que vem, ele vai para o Rio de Janeiro, onde vai jogar o Rio Open pela primeira vez. 

“Os italianos, de certa forma, também somos latinos. Percebemos isso toda vez que a gente vem jogar aqui: sentimos como as pessoas colocam o coração em tudo o que fazem, colocam a alma,” disse ele, numa coletiva de imprensa. 

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“Depois, esse calor é sentido quando competimos, por isso quis voltar para cá. Eu não voltava à Argentina desde que competi em Córdoba com 17 anos. Adorei o ambiente que vivi, gostaria de ter jogado mais partidas, mas preciso aceitar o que aconteceu.”

No ATP de Buenos Aires, Berrettini venceu seu primeiro jogo, contra Federico Coria, por um duplo 7/5. Na segunda partida, no entanto, ele foi derrotado por Vit Kopriva por 6/4 e 6/3.



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