Marta Kostyuk derrotou Mirra Andreeva na final do WTA 1000 de Madrid — conquistando o maior título de sua carreira.
A ucraniana de 23 anos venceu por dois sets a zero, com parciais de 6/3 e 7/5. A partida durou 1h21 na Quadra Manolo Santana.
Kostyuk agora tem uma sequência de 12 vitórias consecutivas no circuito — a melhor de sua carreira.
O primeiro set foi controlado por Kostyuk do início ao fim. As duas mantiveram o serviço até o sexto game, quando Andreeva enfrentou seu primeiro break point e não conseguiu salvá-lo.
A ucraniana confirmou a quebra, abriu 5/3 e salvou duas oportunidades de break no game seguinte para fechar a parcial. Kostyuk venceu 72% dos pontos com o primeiro serviço na partida e disparou 4 aces, contra apenas 1 de Andreeva.
O segundo set ensaiou uma virada. Kostyuk abriu vantagem com uma quebra logo no início, mas Andreeva reagiu com sete pontos consecutivos, devolveu a quebra e chegou a liderar 5/4 com dois set points para forçar o terceiro set. Não converteu nenhum — e pagou caro. Kostyuk salvou os dois set points, devolveu a quebra no 11º game e fechou sacando em 7/5.
Kostyuk se tornou a primeira ucraniana a vencer o título em Madrid e apenas a segunda jogadora fora do top 20 a conquistar o torneio desde Aravane Rezaï, em 2010.
Com o resultado, a ucraniana sobe ao 15º lugar do ranking — seu novo recorde pessoal — e entra no top 10 da corrida para WTA Finals. A premiação de mais de € 1 milhão é a maior de sua carreira.
As duas finalistas não apertaram as mãos ao final da partida, reflexo das tensões entre Rússia e Ucrânia que permeiam os bastidores do circuito feminino.
Kostyuk segue agora para Roma com a confiança de quem não perde no saibro desde o início da temporada: 12 vitórias, zero derrotas, um título de 250 em Rouen e agora o maior troféu da carreira em Madrid.











