Aryna Sabalenka e Novak Djokovic vão jogar juntos nas duplas mistas do US Open, numa aposta da organização em nomes estrelados do circuito para atrair público para uma modalidade que costuma receber pouca atenção.
A união entre a número 1 do ranking da WTA e o tenista sérvio já nasce como uma das grandes atrações do evento. Os dois mantêm uma relação próxima nos bastidores do circuito e costumam protagonizar momentos descontraídos em Grand Slams, o que aumenta a expectativa por carisma e alto nível em quadra. Pelo peso dos nomes, a nova parceria entra naturalmente na conversa entre as candidatas ao título.
Outras duplas que marcaram presença na edição anterior também retornam. Sara Errani e Andrea Vavassori chegam como atuais campeões, enquanto Casper Ruud e Iga Swiatek foram os vice-campeões e voltam a dividir o mesmo lado da rede. O quadro ainda promete partidas com Jack Draper e Jessica Pegula, além de Taylor Fritz ao lado de Elena Rybakina, reforçando o tom de espetáculo da chave.
O formato segue o modelo que busca dar mais ritmo e dinamismo à modalidade e que já havia sido adotado no ano passado: melhor de três, com sets curtos até quatro games, e super tiebreak a 10 pontos se houver empate por sets. A final tem uma pequena mudança: os dois primeiros sets são jogados no padrão tradicional até seis games, com o super tiebreak mantido apenas no terceiro.
As listas divulgadas são provisórias e o prazo de inscrição ainda não terminou. Há convites a serem distribuídos, o que pode atrair mais nomes de peso. Por ora, Carlos Alcaraz e Emma Raducanu não aparecem na relação, e os rumores sobre uma possível parceria entre Alcaraz e Serena Williams esfriaram, já que ambos passam por um período de cuidados físicos.
O US Open deverá confirmar em breve o chaveamento completo, além da data, do horário e da plataforma de transmissão da estreia da dupla.












