Tsitsipas busca “algo diferente” e projeta duelo com Aliassime em Cincinnati

Depois de começar com vitória no Masters 1000 de Cincinnati, Stefanos Tsitsipas já mira o próximo obstáculo: Félix Auger-Aliassime.

O grego avalia que vive um momento de virada na carreira, com ajustes no estilo de jogo e mudanças na equipe, e quer levar essa nova energia para o confronto.

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Na estreia, Tsitsipas bateu o francês Valentin Royer por 7/6 (7-4) e 7/5, destacando a postura mais ofensiva. “Fiquei muito satisfeito por ter subido tantas vezes à rede, especialmente no fim do primeiro set e no início do segundo. É o tipo de tênis que me faz sentir vivo em quadra”, afirmou.

O reencontro com Aliassime traz um histórico favorável ao grego, que venceu sete dos dez duelos e levou a melhor na final de Dubai no ano passado.

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Ainda assim, Tsitsipas enxerga um rival em evolução. “Já enfrentei o Félix e sei o quanto ele cresceu. Ele se mantém lá em cima e rende em qualquer piso. Nos últimos dois anos, tem sido dos mais regulares do circuito, sempre entregando resultados”, analisou.

Para tentar controlar as ações, o grego diz que o plano passa por disciplina e leitura fina dos momentos. “Em toda partida aparecem brechas. Preciso estar ligado para aproveitar, cumprir o meu plano e ter uma intenção clara do que fazer para ser mais perigoso”, explicou.

O atual momento, segundo ele, é menos sobre placares imediatos e mais sobre dar um salto de qualidade. “Claro que vencer importa, mas agora priorizo a minha evolução. Quero destravar coisas que ficaram paradas nos últimos anos. Estou em busca de algo diferente, e que meus melhores dias sejam ainda melhores”, destacou.

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Nesse processo, Tsitsipas decidiu seguir sem o pai, Apostolos, como treinador. “Chegou a hora de eu escolher com quem trabalhar, o que quero fazer e aonde pretendo chegar. Fiz muita coisa do mesmo jeito por muito tempo e cansei disso. Quero algo novo na minha vida”, disse.

Ele reforça que a relação familiar segue intacta. “Não tenho mais 21 anos. Talvez devesse ter tomado essa decisão antes, mas aconteceu agora. Tenho uma ótima relação com meu pai. Infelizmente, não posso tê-lo como técnico, por mais que eu quisesse. Quero que ele continue sendo meu pai, e espero que respeite isso. Estou bem cercado por uma boa equipe”, concluiu.



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