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US Open

Djokovic vai jogar os Grand Slams em 2027? O sérvio respondeu

Por Redação Brasil Tênis

Eliminado na estreia do US Open, Novak Djokovic deixou claro que não pretende abrir mão dos grandes palcos.

O sérvio de 39 anos afirmou que ainda quer disputar os quatro Grand Slams na próxima temporada, mesmo após sofrer com problemas físicos na derrota para o argentino Mariano Navone, em cinco sets, no Arthur Ashe.

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O número 5 do mundo caiu por 7/6 (5), 5/7, 4/6, 6/2 e 6/1, em 4h36 de jogo. Djokovic chegou a liderar por 2 sets a 1 e abriu quebra no quarto, mas a parte física pesou. Ele vomitou em quadra, teve cãibras e recebeu atendimento nas costas.

O tropeço encerrou uma sequência de 78 vitórias seguidas em estreias de Slam e foi a primeira queda na rodada inicial em Majors desde o Australian Open de 2006. Também adiou mais uma tentativa do 25º título de Grand Slam.

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Questionado sobre ajustar o calendário e priorizar torneios de melhor de três sets em 2027, Djokovic disse que ainda vai discutir com a equipe, mas deixou seu desejo bem claro.

“Vamos ver. Preciso conversar sobre isso com a minha equipe. Esse é definitivamente um sentimento que ficou depois da temporada de Grand Slams deste ano. Não quero dizer que vou deixar de disputar os Grand Slams — ainda quero jogar uma temporada completa de Grand Slams no ano que vem. Vamos ver se isso vai acontecer,” disse Djokovic.

“Mas Grand Slams são Grand Slams, são diferentes de qualquer outro torneio. Eles são os pilares do nosso esporte e os torneios mais importantes que temos. Mas acho que tenho um pouco mais de chances em partidas melhor de três sets, nos torneios de uma semana ou nos Masters, em que você tem quase duas semanas de competição, com alguns dias entre as partidas. Acho que esse formato pode funcionar melhor para mim.”

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A oscilação em 2026 acompanha a sequência de incômodos físicos. Antes do US Open, Djokovic caiu na estreia em Cincinnati para Thiago Tirante e comentou que lida há alguns anos com uma condição de saúde que piora em clima quente e úmido.

Ao longo do ano, ele foi vice no Australian Open — superou Jannik Sinner numa semifinal de cinco sets e perdeu a final para Carlos Alcaraz —, caiu na terceira rodada de Roland Garros após abrir 2 a 0 contra João Fonseca, e chegou à semifinal de Wimbledon, depois de uma batalha de 5h15 nas quartas com Felix Auger-Aliassime, antes de ser derrotado por Sinner.

Mesmo assim, Djokovic sustenta que, em boas condições, segue competitivo entre os melhores. “Eu sinto que, quando estou saudável, ainda sou capaz de jogar como um jogador do top 5 e de competir no mais alto nível.”

Às vésperas de completar 40 anos em maio do ano que vem, o multicampeão indica que deve adaptar escolhas do calendário, mas mantém os olhos nos quatro pilares da temporada.

SOBRE O AUTOR

Redação Brasil Tênis

A Redação Brasil Tênis é responsável pela produção e edição do conteúdo publicado no site, com foco na cobertura diária do circuito profissional de tênis, análise de resultados, bastidores e contextualização do esporte para o público brasileiro.

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