Depois de estrear com uma vitória tranquila em Roland Garros, Jannik Sinner falou sobre a pressão de ser o grande favorito ao título do torneio – o último Grand Slam que falta para sua coleção.
Perguntado se a ausência de Carlos Alcaraz aumenta a pressão sobre ele, Sinner respondeu com uma reflexão que resume sua mentalidade.
“A pressão sempre vai estar lá. Faz parte de nós como tenistas,” disse o número 1 do mundo. “Acredito que todo mundo tem pressão no trabalho. É normal. Então tento encarar de maneira muito natural. Sei que tipo de jogador eu sou.”
“Se você não sente a pressão, significa que não se importa. E eu me importo muito com o que estou tentando conquistar numa quadra de tênis. Ao mesmo tempo, sei que o mundo não vai acabar se eu perder. Sou um competidor. Tento me colocar na melhor posição possível, e é isso.”
Sobre o calor intenso que tem castigado Paris e causado abandonos em massa no torneio, Sinner foi pragmático. Ele disse que está feliz de jogar a noite e que está feliz de jogar durante o dia. “Lidei bem com o calor em Indian Wells este ano, nos preparamos bem para isso. Aqui o calor é diferente, mas a umidade não é tão forte quanto na Austrália ou nos Estados Unidos,” disse ele.
Na segunda rodada de Roland Garros, Sinner vai enfrentar o argentino Juan Manuel Cerundolo, número 54 do mundo. A partida deve acontecer nesta quinta.












