Wimbledon terá uma campeã inédita de Grand Slam

Wimbledon vai coroar não apenas uma nova campeã, mas uma vencedora inédita de Grand Slam. Com a eliminação de Coco Gauff – a única das quatro semifinalistas que já havia levantado um Major – na semifinal, a decisão deste sábado, dia 11, será entre duas jogadoras que nunca conquistaram um título de Slam: as tchecas Karolina Muchova, nona colocada, e Linda Noskova, 12ª do mundo.

As duas chegam à decisão em momentos distintos. Muchova, aos 29 anos, já conhece o peso de uma final de Grand Slam: esteve em Roland Garros 2023, quando perdeu para Iga Swiatek. 

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Noskova, por sua vez, vive uma estreia absoluta – é a primeira decisão de Major da carreira da tcheca de apenas 21 anos, que vem embalada pelo título de Berlim, seu primeiro na grama, conquistado às vésperas de Wimbledon.

A final ainda terá um aspecto histórico: será a primeira decisão de simples de um Grand Slam entre duas tenistas da República Tcheca. Além disso, é a primeira final de Major entre compatriotas desde o US Open de 2017, quando Sloane Stephens venceu Madison Keys numa decisão 100% americana.

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O ineditismo, aliás, virou tradição em Wimbledon. Com a garantia de uma nova campeã, o torneio terá uma vencedora estreante pela nona edição consecutiva – sequência que reflete a enorme competitividade e a rotatividade no topo do tênis feminino nos últimos anos. 

Nesse período, o All England Club revelou nomes como a cazaque Elena Rybakina, campeã em 2022, e a própria tcheca Marketa Vondrousova, que ergueu em 2023 o único Major da carreira.

A última vez em que uma campeã se repetiu na grama londrina foi com Serena Williams, bicampeã em 2015 e 2016. De lá para cá, foram nomes diferentes a cada edição.

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