Novak Djokovic voltou a falar sobre a decisão de não se vacinar contra a COVID-19. Em seu documentário, o ex-número 1 do mundo explicou por que optou por permanecer fora das campanhas de imunização durante a pandemia e relacionou a escolha ao que considera um direito individual.
O sérvio lembrou que enfrentou críticas e chegou a ficar de fora de alguns torneios por não cumprir os protocolos exigidos por organizadores à época. Ainda assim, disse que não enxergou necessidade de tomar a vacina.
“Eu não via por que me vacinar. Estou saudável, sou atleta, já tive o coronavírus e acreditava ter imunidade. Não me considerava um risco para ninguém, então, para mim, não havia motivo”, afirmou no filme.
Djokovic também ressaltou que a decisão foi pautada por um princípio pessoal. Segundo ele, o debate ultrapassa o esporte e diz respeito a garantias básicas.
“Para mim, trata-se de liberdade de escolha. É um direito fundamental de qualquer pessoa neste planeta, e vi muita gente perder esse direito”, disse.
As declarações retomam um tema que marcou a trajetória do sérvio no período mais crítico da pandemia e afetou diretamente seu calendário. No documentário, ele revisita aquele momento e reafirma sua posição, apoiada na percepção de que sua condição física e o histórico de infecção lhe davam segurança para não se vacinar.
Sem entrar em detalhes sobre eventos específicos, Djokovic admite que a postura teve consequências esportivas, mas reforça que a convicção pessoal falou mais alto. “Foi uma escolha minha”, disse










