Fonseca sobre quartas em Roland Garros: “Vou chegar em boas condições”

Depois de mais uma vitória importante em Roland Garros, derrotando Casper Ruud nas oitavas do Grand Slam, João Fonseca deu uma coletiva na qual comentou sobre o jogo, comparou a partida contra Ruud com a de Novak Djokovic e tentou explicar o segredo por trás de sua direita potente. 

O brasileiro de 19 anos também comentou sobre a presença na plateia de Gustavo Kuerten – que foi três vezes campeão de Roland Garros. 

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“Foi um dia realmente especial para mim. Acho que fiz um grande jogo desde o início, pressionando muito com meu jogo e tentando impor minhas condições,” disse ele. “Contra o Casper me senti muito mais confiante desde o começo. Fui mais agressivo, busquei os golpes com decisão e tentei tomar o controle dos pontos rapidamente.”

Fonseca disse ainda que foi incrível ter o Guga na plateia apoiando e incentivando. “É uma experiência muito bonita e algo que vou lembrar por muito tempo. Para um brasileiro, viver algo assim em Roland Garros significa muitíssimo.”

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Com a vitória, Fonseca avançou para a segunda rodada de um Grand Slam pela primeira vez em sua carreira – um feito que é um divisor de águas na carreira de qualquer tenista. 

“Me sinto bem. Tudo é diferente para mim porque é a primeira vez que chego tão longe num Grand Slam. Chegar ao vestiário e ver que cada vez sobram menos jogadores é algo incrível. Tudo é diferente, mas estou tentando viver o momento e aproveitar a experiência,” disse o brasileiro. 

“Fisicamente estou bem. Estou me recuperando bastante bem nos dias de descanso. Termino cansado depois das partidas, claro, mas estou dormindo bem, comendo bem, descansando e me hidratando corretamente. Acho que vou chegar em boas condições ao próximo jogo.”

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Na coletiva, Fonseca também falou sobre a diferença entre os duelos contra Djokovic e Ruud, que ele classificou como partidas completamente distintas. 

“Contra o Djokovic, o desafio foi muito mais mental. As condições eram diferentes, fazia muito mais calor e além disso eu estava jogando contra uma pessoa que respeito muitíssimo. No início talvez o respeitei demais e isso se notou no meu tênis,” disse. “Contra o Casper, era uma batalha para ver quem conseguia impor a agressividade primeiro e quem dominava as trocas. Acho que desde o começo consegui pressioná-lo muito, e especialmente nos pontos importantes joguei num nível muito alto. As duas foram grandes vitórias, mas hoje fui mais sólido durante toda a partida.”



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