Rio vai sediar confronto Brasil contra Suíça na Copa Davis

O Rio de Janeiro será o palco do confronto entre Brasil e Suíça pelo Grupo Mundial I da Copa Davis. 

A grande novidade fica por conta da superfície: ao contrário do que costuma acontecer quando o país é mandante, o duelo não será disputado no saibro, mas em quadra rápida e coberta. 

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Os jogos acontecem nos dias 18 e 19 de setembro, logo após o US Open, na Arena Farmesi.

A escolha da superfície representa uma quebra de tradição e foi explicada pelo capitão da equipe brasileira, Jaime Oncins. “Pela primeira vez em muito tempo, tomamos uma decisão que foge do tradicional. Antigamente, quando jogávamos no Brasil, a escolha era automática: saibro e nível do mar. Hoje, a realidade é outra. O perfil dos nossos jogadores mudou e eles demonstraram uma excelente capacidade de adaptação a diferentes pisos, como vimos em nossos últimos resultados fora de casa,” disse.

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Oncins detalhou os fatores que pesaram na decisão. “Decidimos jogar em uma quadra rápida e coberta, onde os atletas se sentem confortáveis e já vêm obtendo bons resultados. Além disso, o fato de contarmos com uma arena indoor que possui toda a infraestrutura necessária para sediar um evento desse porte em casa pesou muito na nossa escolha. É um cenário ideal e onde, historicamente, inclusive na Copa Davis, nossos jogadores têm se adaptado muito bem.”

Os convocados ainda serão anunciados, mas há grande expectativa pela presença de João Fonseca, 25º do mundo e principal nome do tênis brasileiro na atualidade. No último confronto, quando o Brasil perdeu por 3 a 2 para o Canadá fora de casa, a equipe contou com Gustavo Heide (187º), João Lucas Reis (237º), Matheus Pucinelli (409º) e os duplistas Rafael Matos (32º) e Orlando Luz (49º).

Do outro lado, a Suíça chega embalada por uma vitória de 4 a 0 sobre a Tunísia. No último compromisso, os suíços tiveram Leandro Riedi (116º), Jerome Kym (201º), Dominic Stricker (347º), Mika Brunold (368º) e o duplista Jakub Paul (69º). O número 1 do país é o ex-top 3 e tricampeão de Grand Slam Stan Wawrinka, atual 111º do mundo, que se aposenta no fim deste ano — o que pode tornar o confronto uma de suas últimas aparições pela seleção.

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A disputa terá o formato tradicional: cinco jogos, sendo quatro de simples e um de duplas. Quem conquistar três pontos vence o confronto. Em caso de vitória, o Brasil avança para disputar, em 2026, os playoffs rumo à fase final da Copa Davis.



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