Aryna Sabalenka desembarca em Cincinnati com a liderança do ranking sob pressão. Número 1 do mundo há 96 semanas consecutivas, a bielorrussa vê Elena Rybakina encostar na corrida: se a cazaque conquistar Toronto, a diferença cai para apenas quatro pontos. Mesmo assim, Sabalenka afirma que não se intimida com a possibilidade de ser ultrapassada.
Antes da estreia, a campeã do torneio há dois anos tratou de naturalizar a mira nas costas que acompanha quem está no topo e disse que transforma essa cobrança em combustível competitivo.
“Quando você está lá em cima, vira a mira de todo mundo. As rivais entram para me vencer, e isso não muda muito se o número ao lado do meu nome é 1, 2 ou 10”, afirmou.
Para Sabalenka, a pressão também eleva o nível do circuito. “Esse cenário dá um empurrão a mais às adversárias: elas jogam soltas e trazem o melhor. Cabe a mim lidar com isso e executar o meu plano”, disse.
A bielorrussa garante que gosta do papel de referência e que sua motivação vai além da conta de pontos. “Eu adoro ter esse alvo nas costas. É legal ver a geração mais nova se inspirar em mim. E acredito que isso continua acontecendo mesmo se eu cair um pouco no ranking. Tomara que não aconteça, mas, enquanto eu estiver evoluindo como jogadora e como pessoa, o número importa menos”, comentou.
Cabeça 1 em Cincinnati, Sabalenka estreia diretamente na segunda rodada. Ela aguarda a vencedora do duelo entre uma jogadora vinda do quali e a australiana Talia Gibson.











