João Fonseca exalta nova geração e mira US Open como cabeça de chave

Embalado pela vitória na estreia do Masters 1000 de Cincinnati, João Fonseca destacou a força e a maturidade da nova geração do circuito.

Para o carioca, o bom momento dos contemporâneos funciona como combustível para seguir evoluindo. Ele superou o holandês Botic van de Zandschulp em dois sets e encara o australiano Christopher O’Connell na próxima rodada.

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Fonseca citou nomes que cruzaram seu caminho desde o juvenil e hoje despontam no profissional, como Rafael Jódar, Learner Tien, Jakub Mensik e Martin Landaluce. O brasileiro, atualmente 26º do ranking e prestes a completar 20 anos no dia 21, ressaltou que a turma combina talento com trabalho duro e que todos se empurram para cima.

O recorte recente ajuda a explicar o entusiasmo. Montreal teve presença marcante dos mais novos nas fases decisivas, com Learner Tien alcançando a semifinal e subindo para o 12º lugar do mundo. Já Rafael Jódar ocupa a 11ª posição e flerta com o top 10, candidato a abrir uma porta simbólica para o grupo.

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A conexão de Fonseca com essa leva vem de longa data. Ele lembrou a campanha campeã no US Open juvenil de 2023, quando superou Tien na final, e disse que pretende resgatar as sensações de Nova York. O brasileiro será cabeça de chave no Grand Slam norte-americano pela primeira vez e vê o status como passo importante em um momento de crescimento.

O carioca também contou que se sente à vontade nos palcos grandes. Jogar nas quadras principais, com a torcida brasileira fazendo barulho, é o tipo de cenário que ele abraça, especialmente quando enfrenta nomes de peso.



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