O ranking da WTA divulgado neste domingo trouxe mais um capítulo difícil para Bia Haddad.
A brasileira perdeu nove posições e caiu do 69º para o 78º lugar, com 904 pontos, deixando o grupo das 75 melhores do mundo.
A queda se deve à perda dos pontos da terceira rodada do WTA 1000 de Madrid no ano passado, resultado que não conseguiu defender — já que foi eliminada na estreia por duplo 6/1 para Jessica Bouzas Maneiro.
A queda teria sido ainda maior se não fosse a campanha no WTA 125 de La Bisbal, na Espanha, onde Bia alcançou as quartas de final — seu melhor resultado na temporada e a primeira vez no ano em que venceu duas partidas consecutivas.
Mas a brasileira acabou eliminada pela espanhola Marina Bassols, 183ª do mundo, por 6/2 e 6/1, num jogo em que voltou a sofrer com o serviço.
Os números da temporada de Bia continuam preocupantes. São apenas 4 vitórias em 14 partidas em 2026, com eliminações na estreia em sete dos dez torneios que disputou. A ex-top 10, que chegou às semifinais de Roland Garros em 2023, agora luta para se manter entre as 80 melhores.
A próxima oportunidade de recuperação vem já esta semana. Bia está inscrita no Masters 1000 de Roma, onde joga na terça ou quarta-feira pela primeira rodada. O saibro do Foro Itálico pode ser o cenário para uma reação — já que a brasileira sempre teve na superfície seus melhores resultados, e Roma antecede Roland Garros, que começa em 24 de maio.
Na ponta do ranking feminino, a grande movimentação foi de Marta Kostyuk. A ucraniana subiu oito posições e chegou ao 15º lugar, atingindo um novo recorde pessoal — superando a marca anterior de 16ª — após conquistar o título do WTA 1000 de Madrid, o maior troféu de sua carreira.











