Andy Murray rebateu publicamente a informação de que teria recebido uma quantia astronômica para treinar Novak Djokovic durante a parceria entre os dois, em 2025.
O escocês usou um comentário no Instagram para desmentir os valores divulgados, classificando a história como uma das maiores mentiras que já leu sobre si mesmo.
A polêmica começou com o jornalista francês Frédéric Verdier, da Eurosport, em entrevista ao programa Sans Filet e ao portal We Love Tennis. Segundo ele, os cachês de Murray como treinador seriam “monstruosos”.
“Quando ele treinava o Djokovic, foram 10 semanas a US$ 100 mil por semana. Ou seja, 10 semanas por US$ 1 milhão,” disse o jornalista, sugerindo que o britânico não se afastaria da família por menos do que isso.
A repercussão foi imediata nas redes sociais, e Murray não demorou a responder. Em comentário publicado no perfil Tennis Forever, no Instagram, o tricampeão de Grand Slam ironizou a alegação: “Já li algumas mentiras ao longo dos anos, mas essa com certeza está no top 5”, escreveu o escocês, acompanhando a frase de emojis de risada.
Vale lembrar que nem Murray nem Djokovic jamais divulgaram os valores reais do acordo. A parceria entre os dois ex-rivais — que se enfrentaram 36 vezes no circuito — começou no fim de 2024, surpreendendo o mundo do tênis, e teve como primeiro torneio o Australian Open de 2025, onde o sérvio chegou à semifinal antes de abandonar por lesão.
A colaboração, encerrada de comum acordo em maio de 2025, não rendeu títulos, mas incluiu também uma final em Indian Wells.
Mesmo após o desmentido de Murray, Verdier manteve suas afirmações ao voltar ao programa Sans Filet, dizendo não estar surpreso com a negativa.










