Serena e Alcaraz podem jogar juntos nas duplas mistas do US Open

O US Open pode ganhar uma parceria de impacto nas duplas mistas. Após Carlos Alcaraz confirmar que volta ao circuito para defender o título em Nova York, Serena Williams deixou um recado enigmático nas redes sociais — “eles não estão preparados” — e reaqueceu os rumores de que os dois formarão dupla no torneio.

A organização ainda não oficializou a inscrição.

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O retorno de Alcaraz encerra um período fora das quadras desde abril por conta de uma lesão no punho.

A possibilidade de atuar com Serena já havia sido ventilada no início de agosto, quando foi divulgado que a parceria estava nos planos, mas dependia da condição física do espanhol.

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A chave principal das mistas contará com 16 duplas. Nomes de peso já estão confirmados em parcerias que prometem movimentar o evento, enquanto três convites ainda serão definidos — vaga que pode contemplar Serena e Alcaraz, caso a dupla se concretize.

Os confirmados até agora são Aryna Sabalenka e Novak Djokovic, Iga Swiatek e Casper Ruud, Elena Rybakina e Taylor Fritz, e Daniil Medvedev e Diana Shnaider

Entre os convites já anunciados estão Leylah Fernandez e Frances Tiafoe, Taylor Townsend e Alexander Zverev, além de Elina Svitolina com Gael Monfils, em meio à turnê de despedida do francês.

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Os atuais campeões, os italianos Sara Errani e Andrea Vavassori, também receberam convite e tentarão defender o título. Outro casal que pode aparecer por convite é o da britânica Katie Boulter com o australiano Alex de Minaur, recém-casados e já inscritos para disputar as mistas.

Alcaraz jogou as mistas no ano passado ao lado de Emma Raducanu, eliminados na estreia por Jessica Pegula e Jack Draper.

Serena, por sua vez, conhece o topo do pódio: foi campeã do US Open de mistas em 1998 ao lado de Max Mirnyi, no mesmo ano em que a parceria também venceu Wimbledon.

A veterana de 44 anos voltou recentemente às quadras com a irmã Venus em Cincinnati, no primeiro torneio da dupla desde 2022, e caiu no match-tiebreak na rodada de abertura.

O Brasil pode ter representante na chave principal por meio do qualificatório. Luísa Stefani se inscreveu ao lado do britânico Neal Skupski e disputará, na segunda-feira, uma das duas vagas disponíveis no quali, que reúne oito parcerias.



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